O estudo de seres intraterrenos, da utilização de portais interdimensionais e do contato com inteligências não-humanas constitui um dos campos mais complexos e desafiantes da investigação contemporânea
O que são os Seres Intraterrenos e de onde eles vêm?

Por muito tempo, as pessoas pensaram que os discos voadores vinham apenas do espaço sideral, viajando de outros planetas até a Terra. Mas os pesquisadores atuais mostram que isso não explica tudo. Eles defendem a “Hipótese Interdimensional”.
Isso quer dizer que os seres intraterrenos e os extraterrestres não viajam pelo espaço escuro. Na verdade, eles vêm de outras dimensões. Essas dimensões existem exatamente no mesmo lugar que o nosso mundo, mas nós não conseguimos vê-las com os nossos olhos normais. Eles usam a energia e a mente humana para se comunicar e entrar no nosso plano de existência.
Este relatório apresenta uma dissecação exaustiva da literatura disponível, integrando relatos de investigadores de renome mundial, dados de estudos clínicos sobre substâncias psicodélicas endógenas e análises geográficas dos principais portais relatados, com o intuito de fornecer uma perspectiva unificada sobre a ligação entre seres terrestres, intraterrenos e galácticos.
Fenomenologia Intraterrena
A narrativa tradicional que postula que o interior do planeta Terra abriga redes de cavernas habitadas por civilizações tecnologicamente e espiritualmente avançadas tem raízes em mitos ancestrais.
Culturas globais relatam a existência de reinos como Agartha, Shambhala e cidades perdidas nos Andes e na Amazónia, servindo de refúgio para sobreviventes de cataclismos antediluvianos, como a Lemúria e a Atlântida. No entanto, a investigação moderna sugere que estas “cidades” e os seus habitantes podem não residir estritamente no subsolo físico, mas sim em dimensões paralelas ou sobrepostas à nossa própria matriz de espaço-tempo.
Através da utilização de fendas geológicas, anomalias magnéticas e estados modificados de percepção humana, estas inteligências acedem ao nosso plano existencial, interagindo com a humanidade para fins que variam desde a orientação ecológica e espiritual até à manipulação genética
Ovnis e Portais
Durante décadas, o estudo dos Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) ou Fenómenos Aéreos Não Identificados (UAPs) foi dominado pela Hipótese Extraterrestre (HET). Esta perspectiva clássica, de cariz puramente materialista, defende que as anomalias observadas nos céus são naves espaciais literais, de “porcas e parafusos”, provenientes de outros sistemas estelares.
Contudo, à medida que a casuística ufológica se expandiu, investigadores proeminentes como J. Allen Hynek, Jacques Vallée e John Keel começaram a apontar falhas lógicas e inconsistências insuperáveis neste modelo.
Jacques Vallée, astrofísico e cientista informático, propôs a Hipótese Interdimensional (HID) como o único enquadramento capaz de albergar a totalidade dos dados recolhidos. Vallée formulou cinco argumentos centrais contra a origem estritamente espacial dos OVNIs.
* Primeiramente, o número de encontros imediatos e aterragens registados ao longo da história é vastamente superior ao que seria necessário para uma sondagem ou exploração científica do planeta Terra por uma civilização externa.
* Em segundo lugar, a estrutura biológica dos chamados “alienígenas” — predominantemente humanoide e adaptada à gravidade terrestre — é altamente improvável do ponto de vista da biologia evolutiva, caso tivessem tido origem num ecossistema planetário distinto.
* O terceiro argumento foca-se no comportamento absurdo reportado em milhares de relatos de abdução. As supostas “experiências genéticas” e procedimentos médicos invasivos descritos pelas vítimas contradizem a eficiência tecnológica esperada de uma raça estelar avançada, assemelhando-se mais a rituais de iniciação psicológica ou controlo xamânico.
* Em quarto lugar, Vallée sublinha que o fenómeno não é um advento da era moderna (pós-1947); ele estende-se por toda a história registada. As descrições contemporâneas de seres intergalácticos e intraterrenos substituíram simplesmente o jargão teológico e mitológico de eras anteriores, onde estas mesmas entidades eram catalogadas como fadas, elfos, anjos ou demónios, partilhando características idênticas como o rapto noturno, o tempo perdido (anomalias temporais) e a comunicação telepática.
* Quinto, a capacidade aparente dos OVNIs de materializar e desmaterializar, de fundir-se com a matéria sólida e de manipular a perceção do espaço e do tempo, sugere uma tecnologia que opera através da alteração da própria estrutura da realidade, cruzando realidades paralelas que coexistem com a nossa.
Neste sentido, a HID defende que a humanidade coabita o planeta com um multiverso; os seres intraterrenos e galácticos não viajam necessariamente através do vácuo espacial, mas sim através de frequências dimensionais, utilizando a psique humana como o derradeiro interface de contacto.
A perspetiva de Vallée enquadra-se nas propostas da física quântica moderna e nas teorias do multiverso. As entidades podem possuir uma existência ontológica própria e independente, mas a forma como são percebidas pelo cérebro humano é filtrada através de construtos culturais, crenças locais e arquétipos coletivos, o que explica a variação nas descrições físicas dos seres, dependendo da época e da geografia do contacto.
Geografia do Oculto: A Mecânica e Localização dos Portais
Para que a transição entre estas dimensões coabitantes ocorra, a fenomenologia intraterrena e interdimensional postula a existência de “portais” ou “janelas” geográficas.
Estes pontos não são meros marcos mitológicos, mas regiões frequentemente associadas a anomalias geomagnéticas, fraturas tectónicas, ricas jazidas de minerais (como o quartzo, que possui propriedades piezoelétricas) ou redes aquíferas subterrâneas.
Acredita-se que tais confluências geológicas geram frequências que atenuam a barreira dimensional, permitindo a manifestação da tecnologia e dos seres provenientes de outras frequências.
Abaixo, detalham-se as localizações globais e brasileiras mais proeminentes nestes estudos.
O Complexo Andino e os Centros Maiores
A cordilheira dos Andes e o subcontinente sul-americano formam o epicentro de narrativas relacionadas com a “Grande Fraternidade Branca”, um postulado agrupamento de seres iluminados, mestres ascensionados e consciências intergalácticas que orientam a evolução terrestre. Relatos apontam para a existência de Centros Intraterrenos Maiores, com destaque para a mítica Shambhala e a sua contraparte ou sucessora espiritual, Miz Tli Tlan, supostamente localizada nas profundezas dos Andes peruanos.
As pesquisas e ensinamentos de Trigueirinho
No Brasil, um dos principais divulgadores desse tema foi José Trigueirinho Netto, conhecido simplesmente como Trigueirinho.
Ao longo de décadas de palestras, livros e encontros espirituais, Trigueirinho apresentou uma visão ampla sobre a evolução da consciência e descreveu a existência de centros com seres intraterrenos como parte de um processo maior de transformação planetária.
Segundo seus ensinamentos, esses centros não seriam apenas locais físicos escondidos, mas verdadeiros polos de irradiação espiritual que auxiliariam a humanidade em momentos decisivos da sua evolução.
Entre os centros frequentemente mencionados por Trigueirinho estão:
- Erks, associado à região de Capilla del Monte, na Argentina;
- Miz Tli Tlan, relacionado à tradição mexicana;
- Aurora, no Uruguai;
- outros centros descritos como focos de serviço espiritual e preparação da consciência.
Para Trigueirinho, o contato com essas civilizações não ocorreria principalmente por meios físicos, mas através da expansão da consciência, da meditação, da oração, da transformação interior e do serviço altruísta.
Miz Tli Tlan, bem como outros centros como Erks (na Argentina) e Aurora (no Uruguai), são descritos não como infraestruturas físicas compostas por pedra e metal, mas sim como cidades de luz ou espelhos cósmicos estabelecidos em frequências etéricas ou na 5ª dimensão.
A interação da humanidade com estes centros ocorre predominantemente através de sonhos lúcidos, viagens astrais, ou quando os indivíduos são deliberadamente convidados a elevar a sua frequência cerebral para acederem a estes espaços, onde são recebidos por guias como a entidade reportada como “Yury”.
“Estas localizações atuam como bases da “Confederação Galáctica” para a difusão de Raios Cósmicos que estabilizam as redes magnéticas da Terra.”
A Serra do Roncador e o Enigma de Akakor (Mato Grosso, Brasil)

A Serra do Roncador, localizada no estado de Mato Grosso, Brasil, é amplamente considerada um dos mais ativos vórtices ufológicos e intraterrenos do mundo. O seu nome deriva do som grave, semelhante a um ronco profundo, produzido pelo vento que atravessa as fendas dos paredões rochosos e as inúmeras grutas inexploradas da região.
A serra ganhou notoriedade global em 1925, com o misterioso desaparecimento do explorador e coronel britânico Percy Fawcett. Convencido pela análise de antigos manuscritos e crónicas indígenas da existência de “Z” — uma deslumbrante cidade perdida e altamente tecnológica, que seria um dos últimos redutos da civilização atlante —, Fawcett adentrou a selva para nunca mais ser visto.
Posteriormente, na década de 1970, a lenda da Serra do Roncador foi revitalizada pelo jornalista alemão Karl Brugger através do seu livro A Crónica de Akakor. Segundo relatos transmitidos a Brugger, Akakor e a sua cidade-irmã, Akahim, seriam imensas capitais subterrâneas construídas há milénios, protegidas por inacessíveis quedas de água e intrincados labirintos geológicos. As crónicas descrevem estas cidades como albergando templos solares e portais de pedra operados por sobreviventes de uma raça de seres intraterrenos conhecida como os “Deuses Brancos”.
Apesar do debate em torno da autenticidade histórica da narrativa de Akakor, a densidade de avistamentos de orbes luminosos, sondas ufológicas e anomalias na região é inegável, levando ufólogos a postularem que as tribos indígenas da zona coabitam com entidades intraterrenas de forma regular.
O misticismo incutido na região é de tal magnitude que a cidade de Barra do Garças, nas imediações da Serra Azul e da Serra do Roncador, legislou a criação e construção do primeiro “Discoporto” do mundo na década de 1990. Trata-se de um aeródromo delineado especificamente para a receção e aterragem de objetos voadores não identificados e contacto pacífico com civilizações exógenas, simbolizando a profunda integração do fenómeno extraterrestre na cultura local, suportada por infindáveis testemunhos de luzes pulsantes avistadas noturnamente nas montanhas.
São Thomé das Letras e a Gruta do Carimbado (Minas Gerais, Brasil)
Erguida a mais de 1.400 metros de altitude sobre uma colossal jazida de quartzito no sul de Minas Gerais, a vila de São Thomé das Letras é venerada como um chacra telúrico, atraindo místicos, investigadores e turistas. A elevada concentração de quartzo é frequentemente responsabilizada por distúrbios eletromagnéticos observáveis.
O expoente máximo do mistério de São Thomé reside na Gruta do Carimbado. De acordo com o folclore e narrativas de exploradores ocultistas, esta caverna húmida e estreita, cujas paredes de argila sujam ou “carimbam” as roupas dos visitantes, aloja um túnel subterrâneo insondável com cerca de 4.000 quilómetros de extensão.
A lenda assegura que o túnel atravessa o continente e emerge nas ruínas incas de Machu Picchu, no Peru, atuando não apenas como uma via física, mas como um canal interdimensional (um “wormhole” telúrico) facilitado pela matriz de quartzo. Adicionalmente, rumores esotéricos relatam que o portal é habitado e guardado por entidades reptilianas intraterrenas.
Geologicamente, a Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) conseguiu mapear cerca de 212 metros da cavidade, classificando a formação de quartzito como extremamente rara, visto que a maioria das grutas extensas é formada em rocha calcária. A instabilidade estrutural deste tipo de rocha, combinada com passagens asfixiantes e risco severo de desmoronamento, levou o Ministério Público e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais a interditar legalmente a entrada da Gruta do Carimbado.
Como é frequente em anomalias deste calibre, o encerramento do local por parte das autoridades alimentou fervorosamente as teorias da conspiração sobre um encobrimento governamental para ocultar o contacto com seres intraterrenos.
O Monte Shasta e a Cidade de Telos (Califórnia, EUA)
No hemisfério norte, o Monte Shasta, um estratovulcão no norte da Califórnia, partilha um estatuto análogo. É reportado pela tradição metafísica como o invólucro físico que oculta a cidade cristalina intraterrena de “Telos”.
Segundo a narrativa canalizada e sustentada por variadas organizações esotéricas, Telos foi fundada pelos remanescentes da civilização Lemuriana.
Os seus habitantes, denominados Telosianos, são descritos como entidades de elevada estatura, frequentemente envolvidas em mantos brancos, que operam numa consciência de 5ª dimensão, dedicando-se a monitorizar as placas tectónicas terrestres e a emitir códigos genéticos de cura para a humanidade à superfície. O Monte Shasta é considerado um portal primário para a difusão da “Chama Violeta”, uma energia associada ao Mestre Saint Germain, essencial para a transmutação kármica do planeta.
O Mistério dos Vulcões: O Popocatépetl como um Portal

Alguns dos portais mais impressionantes parecem estar nos lugares mais extremos e perigosos da natureza: os vulcões ativos. Um dos exemplos mais fascinantes e famosos do mundo atualmente é o do vulcão Popocatépetl, localizado no México.
“Algumas horas assistindo aos vídeos na internet e confesso que a imagem arrepia. As câmeras de monitoramento do governo mexicano (CENAPRED), que vigiam o vulcão 24 horas por dia, já capturaram inúmeras vezes objetos luminosos enormes — alguns em formato de cilindro ou triângulo — voando em alta velocidade. O detalhe mais chocante que me deixou de boca aberta: em várias dessas gravações, essas luzes mergulham diretamente para dentro da boca do vulcão e não voltam a sair!“
Para pesquisadores focados no fenômeno, como o jornalista investigativo Jaime Maussan, o Popocatépetl não é apenas uma montanha que expele fogo, mas sim um imenso portal magnético e dimensional. A teoria é que as naves extraterrestres e seres intraterrenos utilizam a imensa energia geotérmica do local para abrir essas portas invisíveis, acessando de forma segura as suas bases ocultas nas profundezas da Terra.
Taxonomia e Motivações das Raças Interdimensionais
O estudo da ecologia galáctica e intraterrena, impulsionado tanto por registos de hipnose regressiva de abduzidos como por comunicações transpessoais e tradições de contacto, sugere que múltiplas raças, com agendas largamente dispares, interferem com o ser humano.
Esta diversidade refuta a ideia de uma intenção unificada por parte dos OVNIs.
Portanto, quando vemos um OVNI ou ouvimos um relato de contato, não estamos lidando com uma força única. Estamos vendo peças de um cenário geopolítico complexo, cheio de civilizações diferentes, cada uma jogando o seu próprio jogo em relação à humanidade.
A Grande Fraternidade Branca e os Lemurianos
As entidades frequentemente descritas como benevolentes estão ligadas a na denominada “Confederação Galáctica” ou “Intergaláctica”, operando em coordenação com a “Grande Fraternidade Branca“. Os seres intraterrenos desta linhagem, que alegadamente habitam centros como Telos e Miz Tli Tlan, aparentam ser versões altamente otimizadas ou etéricas de seres humanos, de elevada estatura, fisionomia angélica ou andrógina (muitas vezes descritos como “seres de luz”).
A sua principal função, de acordo com os contatados, é puramente assistencial: tentar mitigar a deterioração vibracional do planeta provocada pelas ações bélicas e ecológicas destrutivas da humanidade à superfície, guiando a espécie subtilmente para uma ascensão dimensional, sem interferir diretamente no livre arbítrio.
Segundo os relatos de pesquisadores e grupos de estudo, os portais e as próprias cidades são rigorosamente supervisionados por seres intraterrenos Lemurianos muito evoluídos.
As histórias contam que esses guias criam imensos escudos protetores — muitas vezes descritos como cortinas de luz verde brilhante — ao redor dos portais. Esse campo de força tecnológico e espiritual serve para proteger as cidades intraterrenas de ataques de energias ruins e garantirá que essas metrópoles fiquem seguras mesmo se ocorrerem grandes desastres e abalos sísmicos aqui na superfície.
Os Greys (Cinzentos) e a Colheita Genética
Em contraste gritante, a raça mais comummente identificada nos relatos de abdução involuntária e trauma psicológico é a dos “Greys” (Cinzentos). Fisionomicamente descritos com estaturas entre 1 a 1,5 metros, cabeças desproporcionalmente grandes e olhos escuros amendoados e impenetráveis.
Investigadores como Nigel Kerner expõem uma teoria perturbadora sobre a natureza desta raça: argumenta-se que os Greys não são seres biológicos orgânicos com almas individuais, mas sim drones incrivelmente sofisticados, uma Inteligência Artificial biológica criada por civilizações antiquíssimas que já se extinguiram. Confinados permanentemente à dimensão material e, portanto, reféns da entropia universal e da degradação térmica, os Greys estariam obcecados em compreender e apropriar-se do conceito de “alma” ou consciência contínua detida pelos humanos.
Esta motivação explicaria a natureza estéril, clínica e aterradora das abduções físicas: as constantes extrações de sémen, óvulos e tecido seriam tentativas desesperadas de manipulação do ADN humano para hibridização, com o intuito de criar um invólucro genético que permita aos Greys ascender à imortalidade do espírito.
Mantis (Louva-a-Deus) e Tall Whites (Brancos Altos)
Operando numa hierarquia superior à dos Greys, os abduzidos e canalizados relatam frequentemente a presença de seres semelhantes a insetos Louva-a-Deus gigantes (Mantis) ou entidades reptilianas esguias, bem como os “Tall Whites”. Estas entidades exibem uma inteligência milenar, fria e objetiva.
Nos relatos dentro do interior de naves ou instalações subterrâneas, os Mantis são geralmente vistos a supervisionar as cirurgias e procedimentos conduzidos pelos drones Greys.
Na ufologia, os “Altos Brancos” (ou Tall Whites) são descritos como uma raça avançada que supostamente vive em instalações subterrâneas na Terra, operando como uma espécie de “embaixada alienígena” que coexiste com a humanidade desde a Era do Gelo.
A maior parte das informações detalhadas sobre essa raça vem dos relatos do autor e ex-militar da Força Aérea dos Estados Unidos, Charles James Hall, que afirma ter convivido com estes seres intraterrenos por anos em bases subterrâneas ao norte de Indian Springs, próximas à famosa Área 51, em Nevada.
A Facção Reptiliana
Os Reptilianos constituem o arquétipo da predação ou controlo no mito moderno da conspiração e nas lendas intraterrenas. Morfologicamente descritos como humanoides escamosos e robustos, estas entidades são frequentemente associadas aos níveis mais profundos dos sistemas de cavernas da Terra e à interferência coerciva nas esferas de poder político global.
Em contraste com o paternalismo da Fraternidade Branca ou a curiosidade clínica dos Greys, os Reptilianos são relatados como seres intraterrenos territoriais e parasitas da psique humana, alimentando-se energeticamente de estados de medo e violência. Na literatura associada aos túneis andinos e à Gruta do Carimbado, são eles os vigilantes que impedem o acesso aos portais interdimensionais.
Relatos apontam que certas entradas físicas para essas dimensões mais densas são vigiadas por entidades assustadoras conhecidas como Seres das Sombras, ou Reptilianos. Existem lendas até mesmo envolvendo mineradores chilenos que, ao escavarem fundo demais, teriam se deparado com esses seres reptilianos protegendo túneis proibidos.
Seres elementais e Seres intraterrenos

A relação entre os seres elementais e os seres intraterrenos é amplamente abordada em tradições esotéricas, na ufologia mística e na literatura espiritualista (como nas obras do filósofo espiritualista Trigueirinho e de grupos de canalização). Embora ambos estejam frequentemente associados a dimensões invisíveis aos olhos físicos e atuem na preservação do planeta, eles possuem naturezas, funções e graus evolutivos bastante distintos.
Diferenças Fundamentais
- Seres Elementais: São os chamados “espíritos da natureza”, entidades intrinsecamente ligadas aos quatro elementos: terra (gnomos, duendes, pigmeus), água (ondinas, sereias, ninfas), fogo (salamandras, dragões) e ar (silfos, fadas). De acordo com a literatura ocultista e espírita, os elementais possuem uma consciência instintiva que ainda está em fase de elaboração; ou seja, eles ainda não atingiram o estágio humano de evolução e operam como forças animadoras da matéria e do meio ambiente.
- Seres Intraterrenos: São descritos como civilizações ou humanidades altamente avançadas, tanto tecnológica quanto espiritualmente. Representados frequentemente como remanescentes de antigas raças (como lemurianos e atlantes), eles habitam cidades e monastérios no interior do planeta — como os míticos reinos de Agartha, Shambhala e Telos. O mundo intraterreno não é meramente uma caverna física, mas sim um espaço intermediário interdimensional, situado em um plano “etérico denso”, invisível para a maioria dos humanos da superfície.
A Relação e Convivência no Mundo Intraterreno Apesar das diferenças, esses seres coabitam o planeta e interagem de forma simbiótica e hierárquica:
- Cooperação e Hierarquia: Nos ecossistemas invisíveis da Terra, os elementais e os “Devas” (espíritos da natureza de altíssima hierarquia e poder) muitas vezes trabalham sob a orientação de consciências superiores, o que inclui os mestres intraterrenos e extraterrestres. Os intraterrenos, que atuam como guardiões do conhecimento e do equilíbrio magnético do planeta, guiam as forças elementais para transmutar energias poluídas, curar a natureza e revitalizar os níveis etéricos e físicos da Terra.
- O Ambiente de Agartha e Cidades Internas: Nas profundezas interdimensionais, como no reino de Agartha, a matéria funciona sob leis vibratórias diferentes. Nesse ambiente, os elementais são responsáveis por manter a coesão das formas. Assim como na superfície a água e o ar sustentam a vida, nos mundos intraterrenos os elementais moldam a paisagem sutil, os lagos de energia e as atmosferas etéricas onde as civilizações intraterrenas vivem.
- Guardiões de Portais: Para acessar as cidades intraterrenas, é necessário cruzar portais dimensionais frequentemente localizados em matas densas, montanhas, cachoeiras e cavernas (como a cordilheira dos Andes ou a Serra do Roncador). Esses locais naturais são os lares primários dos elementais (como gnomos e fadas), que atuam como a primeira linha de defesa e proteção dessas passagens. A literatura mística aponta que, ao adentrar essas zonas, os humanos devem pedir licença a essas forças elementais, que protegem o ambiente físico, enquanto os seres intraterrenos vigiam o acesso vibratório aos seus reinos.
Em resumo, enquanto os seres intraterrenos são a mente e a sabedoria diretiva oculta no interior da Terra, os elementais são a força vital e plástica da natureza que torna a existência possível em todos os planos.
Pontos em comum
Ao pesquisar centenas de testemunhos publicados ao longo das últimas décadas, chama atenção a recorrência de alguns elementos.
Diversas pessoas descrevem sonhos extremamente vívidos, estados meditativos profundos ou experiências consideradas místicas nas quais afirmam ter visitado cidades luminosas localizadas sob montanhas ou regiões isoladas.
Entre os elementos mais repetidos estão:
- arquitetura cristalina;
- iluminação sem fonte aparente;
- jardins exuberantes;
- ausência de tecnologia visível;
- comunicação exclusivamente telepática;
- sensação intensa de paz;
- ensinamentos sobre respeito à natureza e evolução da consciência.
Uma nova revelação?
O tema dos seres intraterrenos permanece entre os maiores mistérios da espiritualidade contemporânea. As evidências científicas que comprovem sua existência são escassas, mas há uma rica tradição de relatos, ensinamentos e interpretações que atravessam diferentes culturas e épocas.
Pesquisadores, autores espiritualistas e estudiosos como Trigueirinho contribuíram para ampliar esse debate, convidando-nos a olhar para essas narrativas não apenas como histórias fantásticas, mas como reflexões sobre a consciência, o papel da humanidade e nossa relação com o planeta.
Se essas cidades ocultas existem fisicamente, simbolizam estados superiores de consciência ou representam outra realidade ainda desconhecida, continua sendo uma questão em aberto. O mais importante talvez seja manter a curiosidade, o senso crítico e a disposição para aprender, qualidades essenciais para qualquer investigação séria.
Em última análise, as revelações destes testemunhos indicam que o planeta não apenas nos sustém fisicamente, mas funciona como um complexo hiperdimensional fervilhante de vida em frequências vibratórias indetectáveis pela ciência ortodoxa, colocando a humanidade no umbral da percepção cósmica perante uma assembleia de observadores interdimensionais.

Perguntas Frequentes (FAQ)
O que são seres intraterrenos?
São descritos, em tradições espiritualistas e esotéricas, como inteligências que habitariam cidades ocultas no interior da Terra, vivendo em elevado nível de desenvolvimento espiritual e tecnológico.
Existe alguma prova científica?
Até o momento são poucas as evidencias mas pesquisadores e cientistas tem muito material ainda por investigar de grandes civilizações vivendo nas profundezas do planeta.
Quem foi Trigueirinho?
José Trigueirinho Netto foi um escritor e pesquisador espiritual brasileiro que difundiu ensinamentos sobre centros intraterrenos, transição planetária e evolução da consciência.
Agartha e Shamballa são reais?
Esses nomes aparecem em diversas tradições espirituais e esotéricas. Sua interpretação varia entre locais físicos ocultos, símbolos filosóficos e estados elevados de consciência. Muitos canalizadores conseguem visitar estas cidades em sonhos lúcidos ou em viagens astrais.
Os seres intraterrenos têm relação com extraterrestres?
Algumas correntes ufológicas e espiritualistas afirmam que sim, sugerindo uma cooperação entre civilizações intraterrenas e inteligências extraterrestres.
